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O que é o APOIA.se?

O APOIA.se é uma plataforma de financiamento coletivo recorrente destinada a potencializar entregas únicas (pois cada ser humano é único!), por meio da corresponsabilização e aproximação entre público e fazedor(a).

Funciona como uma nova forma de mecenato, que muda a lógica tradicional distribuindo entre muitos(as) pequenos(as) fãs-mecenas, o que antes era centralizado em uma única fonte de apoio baseada em um grande, ou, em poucos grandes apoiadores(as) únicos(as).

No APOIA.se os(as) apoiados(as) possuem espaço para contar suas histórias e expor a necessidade de financiamento para seus fãs, que destinam pequenas quantias mensais (a partir de R$1) para financiar os trabalhos que gostam e desejam apoiar e incentivar. Por meio do fomento de uma nova cultura de crowdfunding, o site empodera público e fazedores(as), possibilitando a produção contínua de iniciativas e conteúdos independentes e de qualidade, promovendo o engajamento e resolvendo a arrecadação.

Em termos simples a ideia é "passar o chapéu" todo mês ou a cada novo conteúdo criado, com apoiadores(as) contribuindo recorrentemente com pagamentos via cartões de crédito ou boletos bancários, como se fosse uma espécie de "salário" pago mensalmente ao(à) apoiado(a) pelo público, onde a plataforma se encarrega de operacionalizar e potencializar a arrecadação dos apoios para depois fazer o repasse.

Neste link você encontra mais detalhes sobre como funciona a plataforma.

 

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1 Comentários

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    Mario Santos

    Jornal espanhol divulga lista de todo o material roubado dos paióis de Tancos

     

    talvez, não deves dormir em serviço...tu tambem....

    mas em espanha podes tambem tirar uma sesta...ou duas...

    http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/jornal-espanhol-divulga-lista-de-todo-o-material-roubado-dos-paiois-de-tancos

     

     

     
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    O que sabemos sobre o roubo de armas de guerra em Tancos

    02 jul, 2017 - 20:13 • Inês Rocha

    A videovigilância está avariada há dois anos e a vedação não era suficientemente resistente, dizem fontes militares à Renascença. O Ministério tinha dado luz verde à reconstrução da rede de protecção, mas o despacho só foi publicado dois dias depois do assalto. Saiba o que se passou em Tancos, de onde desapareceu material de guerra, como explosivos, granadas foguete anticarro e gás lacrimogénio.
     
     
     
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